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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Comunicados

O dia de ontem transcorreu como previsto, fizemos tudo o que havíamos programado e pra finalizar com chave de ouro, a Isabella fez uma surpresinha gostosa... chuva de balões, bolo e parabéns.
Curtimos muito todos os momentos, ela ficou particularmente feliz com a fuga da rotina e eu senti que fiz a coisa certa dessa vez.

Estou fazendo umas modificações no blog e adorando algumas funcionalidades, como o mapa, o contador e as imagens das postagens dos amigos, que dão uma orientada na gente, especialmente gostei da idéia da Soraya, de colocar o livro que estamos lendo e que não por acaso na minha versão, tem um ponto de interrogação.
Isso tudo pra dizer que estou novamente animada com o blog e, assim pretendo, serei mais assídua e compromissada com ele. 

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Manhã de aniversário da filhota

Arriou o molho aqui, mas ainda tá de pé a idéia de dar aquele passeio com a filhota, nada de mais, o roteiro é cinema, Mc Donald's e shopping. A noite combinamos de comer uma pizza na Wal e estou super animada. Ela também ficou entusiasmada,  quando eu disse que viria trabalhar comigo na parte da manhã e mais ou menos a cada minuto me pergunta se já está chegando a hora do almoço. Já escolheu o filme, programou a ordem de cada atividade, e já sabe de antemão que será um dia maravilhoso, sabe também que a chuva costuma sabotar nossos passeios então já veio me perguntar se a gente sairia mesmo se continuasse chovendo. O barato das crianças é que elas nunca perdem o foco e ao contrário dos adultos, não se prendem aos obstáculos.
Mesmo com toda a expectatva, o ponto alto da manhã foi a alfinetada ferina na Senhorita "acima de todos os mortais" Disse ao Cícero que era o aniversário da Tatá e ele cumprimentou-a com simpatia, o que, devo admitir, ele faz muito bem e sem esforço. (A Dona "nariz empinado" fingiu que nem ouviu)
Nesse ínterim, ele começou a contar causos sobre um sobrinho, sobre a forma como ele adorava a avó, como a respeitava e lhe tinha carinho, disse também que a mãe ficava furiosa com a relação pois a ela própria o garoto se dirigia desrespeitosamente, distante e alheio a contatos físicos (deixa para a alfinetada).
-Olha Cícero, uma coisa que eu aprendi, foi que criança so reflete o modo como as tratamos, então se você não gosta da forma como uma criança trata você, melhor se modificar.
Bingo!!!
Eu sei que a Dona "sua opinião não me interessa" nem reconheceu a desfeita, mas senti a alma lavada.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Não doeu nada

Amanhã é o aniversário da Ágatha e não quero que seja um dia monótono como no ano passado, então estou com planos de pedir dispensa no trabalho na parte da tarde para fazer algum programa especial e também para adiantar alguns preparativos para a comemoração no sábado.
Hoje eu peguei ela na escola na hora do almoço, porque lembrei que ela faz seis aninhos e eu ainda não tinha dado as vacinas dos cinco, então acordei com o firme propósito de procurar a carteirinha de vacinação (Obrigada São Longuinho) e ficar livre da minha obrigação. Eita procrastinação!!!
Foram duas gotinhas, uma injeção no braço e outra no bum bum e ela se comportou como uma mocinha, nada de choro, nada de lágrimas, notei que  ficou com um nozinho na garganta, mas não reclamou e ficou satisfeita quando disseram que só precisaria passar por aquilo novamente quando tivesse 15 anos.
Uffa pras duas!!!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Idas e vidas

Se um dia... Por acaso... Uma mulher de bicicleta, desequilibrar e cair em cima do capô do seu carro...
Por favor, não saia esbaforido de dentro do automóvel, gritando palavrões e chamando-a de retardada ok?
O próprio desequilíbrio foi castigo suficiente, acredite em mim.
Mas, vou me estender um pouco mais no assunto, porque é sempre bom lembrar as pessoas que quando tratamos as outras pessoas como pessoas, o saldo é bem mais positivo.
Essa cena aí em cima aconteceu comigo duas vezes, no entanto, com desfechos bem diferentes.
Eu sei que parece incrível, mas as pessoas que andam de bicicleta, também gostam de chegar ao trabalho, em casa ou a qualquer que seja o destino que ele tenha planejado o mais rápido quanto possível, e como todas as demais pessoas elas também tem horários, daí que talvez seja por isso que você já tenha visto uns ciclistas que aproveitam o trânsito parado no semáforo para tentar "adiantar o seu lado", ou se é que me entende, "dar suas bicicletadas".
Do mesmo jeito que os motociclistas detestam que fechem o corredor do meio e os motoristas detestam os caminhões na faixa esquerda, os ciclistas detestam que fechem o corredor direito e o motivo é sempre o mesmo... atrasa a gente né?
Então... é por isso que a gente dá as bicicletadas, o problema é que algumas vezes, acontecem cenas como aquela que eu descrevi la  em cima, vc tá no ritmo, alguém abre a porta, vc reduz o ritmo fica difícil manter o equilíbrio no corredor, e pronto, a gente se sente um ovo estalado no capô de um carro.
Um motorista do tipo "grosso", faz o que fez o idiota lá em cima, e ainda te faz sentir um pouquinho pior, dizendo que arranhou ou amassou o carro dele, mas um motorista do tipo "ser humano" sai do carro, pergunta se você está bem e ainda te ajuda a levantar, não procurando piorar uma situação que já está bem ruim.
Sinceramente, não sei o que o motorista do tipo "grosso" ganha com uma atitude assim, mas entendo bem o que aquele do tipo "ser humano" ganhou.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Eu sou normal

Hoje li uma postagem de uma amiga, falando sobre disciplina, daí me bateu um baita remorso, porque eu vivo promentendo pra mim mesma que vou fazer várias modificações na minha rotina e quase sempre não consigo manter o ânimo por mais que uma semana.
Já tentei usar cadernos de anotações, lembretes, lista de afazeres diários, semanais e mensais mas não consegui nenhuma técnica que surtisse efeito.
Poir é que isso se torna um circulo vicioso, quanto mais eu não consigo fazer o que quero fazer, mais quero fazer o que não consigo fazer, e ainda, quanto mais eu olho para o que eu tenho que fazer menos ânimo eu tenho para fazer o que tenho que fazer, ou seja, parece que qualquer tarefa boba fica gigante.
Eu sei que a origem desse problema é que sou muito dispersiva, então se tenho que passar um limpa vidros no espelho da sala, e ele não estiver muito a mão, eu vou esquecer da tarefa, antes mesmo de encontrar o pano de limpeza.
E sei que você tá lendo isso aqui e tá pensando... caracas, essa garota tem problema mental!!!
Mas acontece o tempo todo, eu simplesmente não consigo resolver um probleminha localizado, ou eu limpo a sala inteira e daí eu sei que o idiota do vidro vai ser limpo, ou esquece. E assim vai se perpertuando a sensação de acúmulo de coisas a fazer e mais cansada de não fazer as coisas que eu tenho que fazer eu fico.

É... Acho que você tem razão, eu tenho problema mental!!!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O que você vê na TV?

As vezes eu me pego pensando se não estou poupando demais minha filha, mas fico bastante orgulhosa ao ver que com quase seis aninhos ela ainda preserva sua inocência infantil.
Nas últimas semanas, com essa história de gripe suína, percebi como tenho afastado ela da realidade, mantendo-nos livres de noticiários e novelas.
Não quero que ela seja uma alienada, que desconhece a realidade do país em que vive, mas não acho produtivo encher sua cabecinha com o veneno que esse tipo de programação proporciona.
O resultado é que estando afastada da escola e passando mais tempo com outras pessoas fora do seu convívio habitual, teve altas doses de contato com a realidade e acabou desenvolvendo um medo exagerado de algumas situações que antes não a assustava, como ruídos vindos da rua, janelas abertas e até mesmo luzes apagadas, coisas que antes lhe passavam despercebido.
Não sei ainda como lidar com isso, já que eu mesma não sou de natureza medrosa, espero que seja apenas uma fase e que logo se dê conta que o universo não pode ser apenas aquela coisa podre que colocam para a gente assistir no horário nobre das tvs de canal aberto.
P.S. Procurando imagens para a postagem, encontrei esse texto que gostei muito:

Espero que curtam também.

sábado, 30 de maio de 2009

Em obras


Finalmente resolvi fazer umas mudanças em casa, jogar fora todas as tralhas, organizar coisas que estão me incomodando, pintar, customizar, reciclar, limpar, renovar...
Complicado é manter o foco, já que a Tatá não me dá um tempo. Acho que perdi a paciência com ela umas três vezes só coma pintura de uma parede que eu prorroguei por pelo menos seis meses, fiquei com pena, porque ela só queria brincar de fazer sujeira e eu queria fazer a coisa direito.
Quando eu já comecei a ficar bem nervosa mesmo com a tinta ficando fora de controle, resolvi botar ela de molho, deixei no banho até eu conseguir terminar a pintura, só que isso não a impediu de ficar me chamando de cinco em cinco minutos, quando finalmente desistiu de me chamar, fui atrás pra ver o que estava aprontado, mas ela havia adormecido na bacia, dormiu mesmo, e eu até que estava gostando, só que quando eu chamei ela despertou pra sempre e acabou com a minha alegria, bora lá lavar a roupa, e bora lá minha sombra arrastando o edredom no chão sujo... tem dó!!!
Mais uma bronca pra coleção, eita mãe estressada!
Não pense que foi o fim dos contratempos, no dia seguinte a continuação da pintura, só que dessa vez a tinta era uma porcaria e nem na metade da primeira demão eu já estava de a pá virada (já pensou né? Pobre Ágatha...)
Pois é... dispensei ela de novo, só que dessa vez ela não topou tomar banho, ficou por ali esperando uma brecha pra fazer arte, ahaha, depois que passa a raiva dá pra rir, mas quando eu estava lá na terceira demão e a parede não dava nem mesmo a esperança de ficar razoável eu percebo o risco que a moleca correu.
Balanço geral, a primeira parede ficou boa, fiquei bem satisfeita, mas a segunda, ficou um lixo e vou esperar até o fim de semana para dar outra demão na esperança que fique pelo menos razoável, ainda assim o ambiente ganhou luminosidade e com a nova posição dos móveis, ficou habitável, meu próximo passo é dar dar o acabamento geral na sala, tirar toda a poluição visual, sem transferir para outro cômodo e comprar dois abajours.
Portanto, aguardem cenas do próximo capítulo.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O alquimista

Pra falar a verdade, eu nunca tive curiosidade de ler nada de Paulo Coelho, tive algumas oportunidades mas realmente não achei que ele pudesse me trazer nada de novo ou surpreendente... Preconceito talvez, ou simples ignorância... Quem sabe?
O lance é que eu procurei esse livro por conta própria, ninguém me indicou, li um prefácio do Paulo Coelho no Profecia Celestina e resolvi que tinha que ler alguma coisa dele, basicamente foi isso.
Porém tenho um amigo que diz que nós não procuramos os livros, são eles quem nos encontram. O que posso dizer sobre isso é que, não há nada mais certo.
Eu simplesmente adorei a leitura, não apenas porque é descomplicada, atual e interessante, mas sobretudo, porque seu conteúdo implícito casa perfeitamente com o momento que estou vivendo.
Não é difícil perceber porque o autor sofre tanta rejeição por parte de letrados e literatos, afinal é uma literatura popular e algumas pessoas ainda acham que uma leitura para ser boa de verdade, tem que ser sinuosa e obscura.
Se o conteúdo literário dele é fraco ou não, isso só estudando letras pra dizer, para mim, o conteúdo espiritual é que relmente fez a diferença.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Não é pra entender é só pra desabafar...


Acho que quando a gente passa a ser mãe, algumas coisas são mais difíceis de entender e superar, principalmente quando envolvidas emocionalmente.
Hoje uma coisa boba me deu uma baita tristeza e mesmo não querendo me chatear foi impossível.
Bom... quem conhece a moça que trabalha comigo, sabe que ela não é um poço de gentileza, aliás, que ela nem mesmo parece humana, está tão acima dos pobres mortais que jamais parou para notar que pessoas tem sentimentos.
A Ágatha não foi um projeto planejado, como mãe solteira, tenho que fazer umas adaptações para que nossa vida tenha um mínimo de ordem e rotina e nessa rotina, vir ao trabalho nos sábados de manhã é um fato. Ainda bebê ela vinha comigo todos os dias para o trabalho e foi assim dos 4 aos 8 meses aproximadamente. Quando ela já podia receber outro tipo de alimentação, passou a ficar com a Wal e eu amamentava somente no horário do almoço e quando chegava do trabalho.
A "colega" de trabalho nunca gostou disso e também sempre deixou claro que crianças não eram a sua praia.
Até aí respeito!
O caso é que hoje tivemos a visita do netinho do Sr. Mário na loja hoje e foi então que eu notei o que ocorre e não se trata de curtir ou não curtir crianças, mas de escolher gostar ou não gostar das pessoas e quando escolhem não gostar da sua criança...
Aí a coisa pega!
Não é novidade que ela não tenha qualquer respeito por nenhuma das pessoas com quem convive diariamente, como disse, ela está num patamar acima, até mesmo dos seus "superiores" se é que isso é concebível para alguém em sã consciência.
O curioso é que para se manter nessa "altura toda" ainda conta com o apoio da maioria dos pobres mortais.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Um bom dia, todo dia!


Caramba! Como é difícil começar a escrever!!!
Estou com o assunto inteirinho aqui, pronto e não consigo descrever em palavras
Poxa! Que frustrante!
Tenho que aprender a lidar com isso, pois já notei que me desestimula e quase sempre desisto.



O assunto é como os dias ficaram melhores depois que passei a mudar meu estado de espírito ao levantar. Eu tinha um péssimo costume de me sentir deprimida e triste assim que abria a janela e me deparava com um dia chuvoso ou frio e com a sensação de sono o dia inteiro se ainda estivesse escuro quando levantava. Já passava a me arrastar pelo dia, como se nada mais pudesse dar certo dali por diante, ficava irritada com o xixi do cachorro na entrada do banheiro, com a agua gelada na torneira, chamar minha filha umas duzentas vezes então, nem precisa dizer né?
O fato é que quando identifiquei esse comportamento, passei a prestar mais atenção ao que realmente estava me incomodando e começei a me policiar.
Consciente dos meus pontos fracos, nunca mais chamei a Ágatha sem primeiro, me assegurar que meu estado de humor está no mínimo bom, porque ele interfere dramaticamente na qualidade do dia dela também.
Então, quando sinto que estou relaxada o suficiente, dou o primeiro aviso:
-Filhota, hora de levantar, cadê meu sorriso de bom dia?
Como eu disse, é só o primeiro chamado, mas já serve para ele me dar aquela doce olhada com um ligeiro sorriso, o que me dá ainda mais ânimo para continuar com minhas tarefas.
A poça de xixi no banheiro dura apenas até o momento em que eu dou uma esguichada com o a mangueira do chuveiro com um pouco de cloro para garantir que o cheirinho não vai ficar pra me aborrecer mais tarde.
E a água gelada? Que água gelada heim?

Em resumo, ultimamente todos os dias tem sido iguais.
Mas a qualidade? Quanta diferença!