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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Indivídua


Houve um tempo em que eu acreditava em verdades absolutas, mantinha vontades egoístas, e me realizava com os sonhos alheios. Felizmente hoje, acredito que nem sempre a verdade liberta, nem toda vontade prospera e os sonhos são propriedade intransferível.
É, o que para você pode parecer óbvio, para mim foi a descoberta que eu também sou um indivíduo, ou melhor, uma indivídua...
O mundo não vai parar para que eu reclame da injustiça dos homens, e eu realmente gostaria que ele parasse para ouvir essa, porque fui pisada por eles muitas vezes.
Sei que ele também não vai voltar, para que eu possa me despedir da minha mãe, do meu filho e de alguns entes queridos, que não me tiveram a consideração de me perguntar se eu deixaria que eles fossem embora.
E como grande arrogante que é, com certeza o Mundão não vai me dar aquele apoio quando eu decidir que tudo o que eu quero é sair depressa daqui, porque as coisas não aconteceram do jeito que eu mandei.

Uma coisa boa em ser indivídua, é que ela sabe que o que recebe é igualmente proporcional ao que merece. Ela não se queixa, não culpa os outros e não se justifica.

2 comentários:

Soraya Cruz Wallau disse...

Adorei a sua reflexão! É muito bom sermos seres humanos em constante progresso.
Te amo muito!!!
Bjos pra vc e pra Tatinha!

Amanda disse...

Obg elizabeth :)
posso dizer o mesmo de vc
pode ter certeza que vou visitar aqui sempre !
beijos flor